A trajetória
Antes de ser pai de santo, fui empresário por quatro décadas.
Hoje, aposentado da vida corporativa, dedico minha experiência integral a uma única missão: ajudar quem decide grande a enxergar o que não está nos relatórios.
Vida corporativa
40 anos no comando.
Comecei minha trajetória corporativa em uma das maiores firmas de auditoria do mundo (Big Four), onde permaneci por mais de uma década, atendendo demonstrações financeiras de empresas multinacionais e nacionais de grande porte nos segmentos financeiro, industrial e de serviços.
A partir dali, ocupei sucessivamente posições de comando em grupos relevantes: Gerente de Planejamento Estratégico em um dos maiores grupos do setor petroleiro, onde conduzi o IPO de uma distribuidora e participei da maior transação privada do setor à época; Gerente Geral em multinacional de alimentos; Vice-Presidente em grupo nacional de moda; Presidente de operação de calçados ligada a um dos maiores conglomerados globais de varejo de moda; e Diretor Geral da operação brasileira dessa mesma multinacional global, onde abri 19 lojas, implantei estrutura logística e negociei com fornecedores e sindicatos.
Em paralelo a tudo isso, mantive duas cátedras concursadas como professor de Finanças e Contabilidade em duas das maiores universidades públicas do país: UFRJ e UFRGS.
Trajetória completa e datada disponível no LinkedIn.
Vida espiritual
40 anos de axé. Uma só linhagem.
Fui iniciado no Candomblé Nagô Ketu há 40 anos, como filho de Oxóssi — o orixá da precisão, aquele que acerta o alvo com uma só flecha.
Sou filho de Pai Obarayí, do Ilê Opô Aganjú — casa que tem linhagem direta da matriz do Ilê Opô Afonjá, uma das mais tradicionais e respeitadas casas de Candomblé do Brasil.
Há 25 anos, mantenho minha casa aberta na Rua São Cristóvão, 50, no bairro IAPI em Osasco. Seis andares inteiros dedicados à tradição e ao atendimento de quem busca orientação. Atendo presencialmente para quem pode vir, e online para quem está longe.
O porquê
Por que aposentar da empresa para me dedicar a isso?
Porque durante os 40 anos em que estive na vida empresarial, percebi uma coisa que ninguém me contou: as decisões mais importantes da minha trajetória não foram tomadas com planilha. Foram tomadas com os búzios.
Eu mesmo consultei o jogo antes de cada movimento grande. Antes de aceitar cargos. Antes de fechar negócios. Antes de tomar as decisões que pareciam óbvias e antes das que pareciam impossíveis. Os búzios sempre estiveram lá.
Hoje, aposentado da vida corporativa, posso entregar para outros executivos, empresários e pessoas em decisão o que eu mesmo consultei por quatro décadas. Não é um segundo ofício. É o trabalho que sempre esteve por trás do outro.
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